Campo de Mero atinge recorde de 500 mil barris de óleo produzidos por dia

Atualmente existem 4 plataformas em operação no campo, que vai receber, ainda neste ano, o FPSO Alexandre de Gusmão.

O campo de Mero, localizado no pré-sal da Bacia de Santos, alcançou nesta sexta-feira, 28/2, a marca de 500 mil barris de petróleo produzidos diariamente. Desta forma, tornou-se o terceiro campo da Petrobras em operação a superar esse número.

O bloco de Libra, onde se situa o campo de Mero, foi arrematado pelo Consórcio de Libra em 2013, sendo o primeiro contrato celebrado no regime de partilha de produção no Brasil.

Atualmente, existem quatro plataformas em operação no Campo de Mero, sendo que a primeira delas começou a produzir em 2017 (FPSO Pioneiro de Libra).

A operação iniciada em 2017 foi ampliada com os navios-plataforma Guanabara – atualmente a de maior produção do país – Sepetiba e Duque de Caxias. Ainda em 2025, a quinta unidade entrará em operação, o FPSO Alexandre de Gusmão, que deixou a China em dezembro de 2024.

Com a nova plataforma, a capacidade de produção instalada do campo subirá para 770 mil barris de óleo diários. O pré-sal responde, atualmente, por 81% da produção total da Petrobras.

Descoberto em 2010, Mero está localizado em águas ultra profundas (profundidade de 2.100 metros), a 180 km da costa do estado do Rio de Janeiro. O campo é regido pelo Contrato de Partilha de Produção de Libra – operado pela Petrobras, em parceria com a Shell Brasil, TotalEnergies, CNOOC, CNPC e a Pré-Sal Petróleo S.A (PPSA), que, além de gestora do contrato, atua como representante da União na área não contratada.

PPSA bate recorde na comercialização do gás natural da União em janeiro

A PPSA bateu recorde na comercialização do gás natural da União em janeiro, com 436 mil m³/dia negociados em seis contratos com a Petrobras. O resultado é praticamente o triplo da média anual registrada em 2024, de 157 mil m³/dia. Segundo Guilherme França, superintendente de comercialização da empresa, o maior percentual da União na produção do campo de Sépia e a entrada em operação da Rota 3, que conecta o pré-sal da Bacia de Santos ao polo Gaslub, antigo Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí, são os principais responsáveis pelo crescimento dos volumes comercializados em janeiro.

“Já havíamos exportado o gás natural da União de Sépia, porém de forma intermitente. Com a inauguração da Rota 3, passamos a ter um canal permanente para o escoamento do gás natural deste campo. Até o final de março, também esperamos o início da produção de gás natural de Atapu, aumentando assim a exportação de gás natural da União disponível para comercialização”, disse França.

Atualmente, a União detém participação na produção de gás natural dos campos de Búzios, Tupi, Sapinhoá, Sépia, Tartaruga Verde, Brava/Espadim. Toda a produção é comercializada diretamente para a Petrobras. A PPSA trabalha para alterar esse modelo ao longo deste ano.

Em 2024, o CNPE, por meio da Resolução nº 11, autorizou a empresa a contratar, junto às estruturas existentes, o escoamento e o processamento do volume do gás natural que cabe à União. Está em curso uma negociação com a Petrobras para assinar os contratos de adesão ao Sistema Integrado de Escoamento (SIE) de gás natural – composto por gasodutos de escoamento marítimos intitulados Rotas 1, 2 e 3 – e o Sistema Integrado de Processamento (SIP). A partir da adesão, a PPSA poderá avançar na cadeia de comercialização do gás natural da União e oferecer o gás diretamente ao mercado.

A empresa já está trabalhando na formatação do 1º Leilão de Gás Natural da União, previsto para ocorrer no segundo semestre deste ano. Na ocasião, deverão ser comercializados, na saída do Sistema de Escoamento, os volumes de gás natural oriundos da participação da União nos contratos de partilha de Búzios, Sapinhoá, Sépia e Atapu e dos AIPs de Tupi e Atapu.

FPSO Bacalhau chega ao Campo

O FPSO Bacalhau chegou ao Campo de Bacalhau, na Bacia de Santos,  no último sábado (22), vindo de Singapura, após um ano e meio de integração e comissionamento.

Com seus 370 metros de comprimento e 64 de largura, será um dos maiores navios-plataforma instalados no mundo, com capacidade de produção de 220 mil barris (de óleo) por dia e utiliza um projeto de casco novo desenvolvido pela MODEC, fornecedor responsável pela construção do navio-plataforma.

Segundo Tabita Loureiro, Presidente interina da PPSA, a chegada do FPSO é um grande marco no regime de partilha. “Uma unidade de 220 mil barris por dia, na vanguarda da indústria para as menores emissões de carbono por barril de petróleo produzido.  Estamos muito orgulhosos deste projeto. Bacalhau será um importante produtor de óleo para a PPSA, com relevante percentual da União. Também será a primeira unidade da partilha a ser operada por empresa estrangeira. Isso é um marco.”, disse ela.

Para as próximas etapas, estão previstas atividades de ancoragem, conexão dos umbilicais e risers ao FPSO, pré-comissionamento e comissionamento de todo o sistema, incluindo os poços já perfurados.

O campo de Bacalhau está localizado na Bacia de Santos em duas licenças: BM-S-8 e Norte de Carcará (regime de partilha). A PPSA é gestora do contrato de partilha, que tem como parceiros a Equinor (operadora), a ExxonMobil Brasil e a Galp*.

*através da afiliada Petrogal Brasil (JV Galp|Sinopec).

CNPE aprova inclusão de quatro novos blocos do pré-sal no ciclo de Oferta Permanente de partilha de produção de óleo e gás

Expectativa de arrecadação é de R$ 522 bilhões para a União ao longo da vida útil dos projetos, dos quais R$ 923 milhões em bônus de assinatura, que podem ser arrecadados ainda em 2025


O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou, nesta terça-feira (18/2), a inclusão dos blocos Hematita, Siderita, Limonita e Magnetita para a licitação em regime de partilha de produção, no sistema de Oferta Permanente da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Para esses blocos, a expectativa de arrecadação governamental é de mais de R$ 522 bilhões durante a vida útil dos projetos, dos quais R$ 923 milhões em bônus de assinatura, que podem ser arrecadados ainda em 2025, e previsão de R$ 511 bilhões em investimentos no período. A Presidente Interina da PPSA, Tabita Loureiro, participou da reunião, junto com Lucas Ribeiro, Chefe de Gabinete da Presidência e Artur Watt, Consultor Jurídico da empresa.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, destacou que a decisão reforça a estratégia de garantir segurança energética ao país. “A inclusão desses blocos no regime de partilha é um passo estratégico para assegurar a regularidade dos leilões de petróleo, garantindo investimentos robustos, geração de empregos e recursos expressivos para a União. É mais uma entrega do programa Potencializa E&P, que demonstra o compromisso do governo federal em ampliar oportunidades no setor e assegurar o abastecimento energético do Brasil”, afirmou.

Os quatro blocos estão localizados no polígono do pré-sal, especificamente na Bacia de Campos, localizada nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Eles se juntam aos outros vinte e quatro blocos já autorizados pelo CNPE anteriormente. Com isso, existe a possibilidade de que o próximo leilão, previsto para junho, seja o maior já realizado no regime de partilha de produção em quantidade de blocos disponíveis.

Reprodução: Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Foto: Tauan Alencar/MME

 

 

União fecha dezembro com recorde de produção de 118 mil barris por dia de óleo

Produção de óleo em regime de partilha cresceu 15% em 2024 e exportação de gás natural foi 55% maior em relação a 2023

 

Resultado do mês de dezembro de 2024

A parcela de óleo da União atingiu novo recorde mensal em dezembro, chegando a 118 mil barris por dia, incluindo a produção dos contratos de partilha e das áreas não contratadas de Atapu e Tupi.  Em dezembro, a União teve direito a 201 mil m³ de gás natural por dia em cinco contratos de produção e no AIP de Tupi.


Resultado do ano de 2024

Petróleo

Em 2024, os contratos em regime de partilha registraram uma produção total de óleo de 370,6 milhões de barris, um crescimento de cerca de 15% em relação ao ano anterior. Estes contratos responderam por cerca de 30% da produção nacional. O campo de Búzios foi o principal produtor neste regime, com 193,79 milhões de barris de óleo, seguido de Mero, com 91,38 milhões, e Sépia, com 33,67 milhões. Ao longo do ano, oito contratos produziram óleo em regime de partilha com 66 poços e 14 plataformas, sendo que o FPSO Marechal Duque de Caxias entrou em produção em 2024. Os dados fazem parte do encarte anual do Boletim Mensal da Produção divulgado nesta terça-feira (18) pela PPSA e estão disponíveis no site da empresa.

A União teve direito a uma produção de 27,9 milhões de barris de óleo do pré-sal em 2024, incluindo, além das parcelas dos contratos de partilha, a produção das áreas não contratadas de Atapu, Mero e Tupi.  O volume é 65% acima do registrado em 2023 (16,9 milhões de barris). Mais da metade da produção da União veio do Campo de Mero (17,39 milhões de barris), que opera hoje com quatro navios-plataformas. Na sequência, estão os campos de Búzios (3,08 milhões de barris) e Entorno de Sapinhoá (2,97 milhões de barris). Desde 2017, a União acumula um total de 69,21 milhões de barris de óleo produzidos.

Segundo Tabita Loureiro, Presidente interina da PPSA, o crescimento da produção da União dobrou ao longo de 2024, considerando não só o aumento da produção dos contratos de partilha, como também a redução do teto de recuperação do custo em óleo em alguns módulos de Mero. “Tivemos um excelente retorno em Mero em 2024. Este aumento já era previsto contratualmente e daqui pra frente, haverá uma curva cada vez mais significativa de crescimento do óleo da União. Fechamos dezembro com novo recorde de produção e nossos estudos apontam para uma produção média em torno de 140 mil barris por dia ao longo de 2025 e de mais de 500 mil barris por dia em 2030, quando o regime de partilha atingirá seu pico”, explicou.

Gás natural

Em 2024, os contratos de partilha exportaram 1,3 bilhão de m³ de gás natural, uma alta de 55% em relação ao ano anterior. O campo de Búzios foi responsável por cerca de 80% desse volume, seguido de Sapinhoá e Sépia. No ano, a União teve direito a 58 milhões de m³ de gás natural. O volume é 38% maior do que o registrado em 2023, mas ainda está abaixo do patamar alcançado em 2022, quando foram exportados 64 milhões de m³ de gás natural. O resultado é explicado pelo estágio atual do processo de recuperação de custos em Sapinhoá, que responde pela maior parte da produção da União.

 

Confira aqui o boletim mensal de dezembro de 2024

Confira aqui o encarte anual da produção em 2024

FPSO Almirante Tamandaré inicia produção no pré-sal

O FPSO Almirante Tamandaré (Búzios 7) entrou em produção neste sábado (15) no Campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos. Esta é a primeira unidade de alta capacidade a ser instalada no campo, com potencial para produzir diariamente até 225 mil barris de óleo (bpd) e processar 12 milhões de metros cúbicos de gás. O consórcio de Búzios é composto pela Petrobras (operadora), pelas empresas parceiras chinesas CNOOC e CNODC e pela PPSA, empresa gestora dos contratos de partilha da produção.

Segundo o Diretor de Gestão de Contratos da PPSA, Evamar José dos Santos, a iniciativa possibilitará à União aumentar receitas em função do natural crescimento da produção do campo com a entrada em operação do novo FPSO. “Hoje, o campo de Búzios é o segundo maior produtor de óleo da União. Com a entrada do Almirante Tamandaré, a produção de Búzios aumentará ainda mais, o que, em curto prazo, já refletirá em resultados positivos para toda a sociedade”, complementou o Gerente Executivo da PPSA, Ricardo Loureiro.

O FPSO (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência, da sigla em inglês) Almirante Tamandaré é parte do sexto sistema de produção de Búzios e contribuirá para que o campo alcance a produção de 1 milhão de barris de óleo por dia, previsto para o segundo semestre de 2025. Em breve, espera-se que se torne o maior campo de produção da Petrobras, com a expectativa de alcançar o marco de 1,5 milhão de barris por dia até 2030.

A unidade foi afretada junto à SBM Offshore e, além de apresentar capacidade acima da média das unidades da indústria, conta com tecnologias de descarbonização, como o flare fechado, que contribui para redução das emissões de gases de efeito estufa na atmosfera. Há também tecnologias para aproveitamento de calor, que reduzem a demanda de energia adicional para a unidade.

Ao todo, serão 15 poços, sete produtores de óleo, seis injetores de água e gás, um conversível (produtor e injetor) e um injetor de gás, interligados à plataforma por meio de uma infraestrutura submarina.”

Petrobras informa sobre descoberta no Campo de Búzios

A Petrobras confirmou a presença de óleo com a perfuração do poço 9-BUZ-99D-RJS, localizado na região oeste do campo de Búzios. Trata-se de uma nova acumulação em uma zona inferior ao reservatório principal.

O poço está localizado a 189 km da costa do Rio de Janeiro e foi perfurado em profundidade d’água de 1.940 metros. Testes realizados a partir de 5.600 metros de profundidade confirmaram a presença de reservatórios de petróleo por meio de perfis elétricos, que serão posteriormente caracterizados por meio de análises de laboratório.

A descoberta reafirma o potencial do pré-sal no campo de Búzios.

O Consórcio da Jazida Compartilhada de Búzios, formado pela Petrobras como operadora (participação de 88,98%), em parceria com a CNOOC (7,34%) e a CNPC (3,67%), tendo a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) como gestora, dará continuidade às análises dos resultados para continuidade das atividades na área.

PPSA abre novo processo de venda spot para cargas de petróleo da União de Itapu e Sépia

A Pré-Sal Petróleo (PPSA) enviou nesta quarta-feira, 6, carta convite para todas as empresas que atuam no pré-sal, além da PRIO, Brava Energia e da Refinaria de Mataripe, para novo processo de venda spot a ser realizado dia 12 de março para comercializar cargas de petróleo da União dos campos de Itapu e Sépia. A venda será dividida em dois lotes: o primeiro com disponibilidade de 1 milhão de barris de Itapu e previsão de carregamento até julho e o segundo com estimativa de 2,5 milhões de barris de Sépia, tendo previsão de carregamento entre maio e agosto. 

Esta é a primeira comercialização realizada pela PPSA em 2025. Os preços ofertados serão referenciados pelo Brent datado e só serão abertos em reunião com a participação de todos os participantes.

Em paralelo, a empresa está trabalhando na organização do 5º Leilão de Petróleo da União, que será realizado dia 25 de junho, na B3. Na ocasião, estima-se a comercialização de cerca de 78 milhões de barris de petróleo da União da produção da União dos campos de Mero, Búzios, Sépia, Itapu e Norte de Carcará. Os volumes são estimativas atuais da parcela de petróleo da União em 2025 e 2026 nestes campos, e poderão ser revistos até a publicação do edital, previsto para os próximos meses, para uma projeção mais refinada.

PPSA abre inscrições para o primeiro concurso público de nível superior

As inscrições para o primeiro concurso público da PPSA (Pré-sal Petróleo/SA), começam nesta quarta-feira, 05 de fevereiro de 2025 e seguem até o dia 17 de março de 2025.  São 100 vagas destinadas a profissionais de nível superior, além da formação do cadastro reserva.

Os candidatos devem se inscrever exclusivamente pelo site do Instituto de Desenvolvimento e Capacitação (IDCAP) (https://www.idcap.org.br). O valor da taxa de inscrição é de R$ 100 para os cargos de analistas e de R$ 150 para advogados e especialistas. O pagamento será efetuado via boleto bancário emitido no ato da inscrição.

O concurso oferece 52 vagas para Especialistas em Petróleo e Gás, 36 para Analista de Gestão Corporativa, oito para Analista de Tecnologia da Informação e quatro vagas para o cargo de Advogado. Das vagas ofertadas, 5% serão oferecidas a pessoas com deficiência (PCDs) e 20% a candidatos pretos e pardos. Todas as vagas são para trabalhar no Escritório Central da PPSA, localizado na cidade do Rio de Janeiro.

Provas e remuneração

As provas serão aplicadas no dia 27 de abril de 2025 nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. Haverá uma prova objetiva para todos os cargos. Candidatos para as vagas de advogado e especialista em petróleo e gás farão também provas discursivas em português e inglês.

Os candidatos admitidos terão direito ao salário, benefícios e vantagens vigentes no momento da sua admissão. Os salários iniciais são de R$ 8.240,00 para Analista de Gestão Corporativa, R$ 9.350,00 para Analista de Tecnologia da Informação, R$ 15.942,00 para Advogado e R$ 19.610,00 para Especialista em Petróleo e Gás.

Sobre a PPSA

A PPSA é uma empresa pública, vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME), e atua há 11 anos em três frentes: na gestão dos contratos de partilha de produção, na representação da União nos acordos de individualização da produção (Unitização) e na gestão da comercialização de petróleo e gás natural da União. A empresa tem como missão maximizar os resultados econômicos da União em todas as suas atividades. Todos os recursos arrecadados pela empresa são direcionados ao Tesouro Nacional.

Visite o site para saber mais sobre a empresa: www.ppsa.gov.br

Serviço

Período de inscrições: De 05 de fevereiro a 17 de março de 2025.
Edital: Disponível nos sites da PPSA e no site do IDCAP
Inscrição: Exclusivamente no site do IDCAP: www.idcap.org.br/informacoes/175
Mais informações sobre vagas, cronograma e Perguntas e Respostas: https://www.presalpetroleo.gov.br/concurso-publico-ppsa/ ou pelo atendimento@idcap.org.br.
Local das provas: Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador
Data das provas: 27/04/2025

Publicado o edital do primeiro concurso público da PPSA

A PPSA (Pré-sal Petróleo/SA) publicou, nessa sexta-feira, 24/01/2025, o edital do seu primeiro concurso público, para contratação de 100 profissionais de nível superior, além de formação de cadastro  reserva.  Estão sendo oferecidas 52 vagas para Especialistas em Petróleo e Gás, 36 para Analista de Gestão Corporativa, oito para Analista de Tecnologia da Informação e quatro vagas para o cargo de Advogado. Das vagas ofertadas, 5% serão oferecidas a pessoas com deficiência (PCDs) e 20% a candidatos pretos e pardos. Todas as vagas são para trabalhar no Escritório Central da PPSA, localizado na cidade do Rio de Janeiro.

Os profissionais aprovados atuarão em 30 diferentes áreas de conhecimento, o que torna o concurso acessível a uma ampla variedade de cursos de nível superior. Os candidatos admitidos deverão,  entretanto, comprovar experiência profissional mínima de cinco anos para os cargos de analista e de dez anos para os cargos de advogado e especialista.

As inscrições estarão abertas entre 05 de fevereiro e 17 de março de 2025, exclusivamente pelo site do Instituto de Desenvolvimento e Capacitação (IDCAP) (https://www.idcap.org.br), organizador do certame. O valor da taxa de inscrição é de R$ 100 para os cargos de analistas e de R$ 150 para advogados e especialistas. O pagamento será efetuado via boleto bancário emitido no ato da inscrição.

 

Provas e remuneração

As provas serão aplicadas no dia 27 de abril de 2025  nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. Haverá uma prova objetiva para todos os cargos. Candidatos para as vagas de advogado e especialista em petróleo e gás farão também provas discursivas em português e inglês.

Os candidatos admitidos terão direito ao salário, benefícios e vantagens vigentes no momento da sua admissão. Os salários iniciais são de R$ 8.240,00 para Analista de Gestão Corporativa, R$ 9.350,00 para Analista de Tecnologia da Informação, R$ 15.942,00 para Advogado e R$ 19.610,00 para Especialista em Petróleo e Gás.

 

Sobre a PPSA

A PPSA é uma empresa pública, vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME), e atua há 11 anos em três frentes: na gestão dos contratos de partilha de produção, na representação da União nos acordos de individualização da produção (Unitização) e na gestão da comercialização de petróleo e gás natural da União. A empresa tem como missão maximizar os resultados econômicos da União em todas as suas atividades. Todos os recursos arrecadados pela empresa são direcionados ao Tesouro Nacional.

Visite o site para saber mais sobre a empresa: www.ppsa.gov.br

 

Serviço:

Período de inscrições:  De 05 de fevereiro a 17 de março de 2025.

Edital: Disponível nos sites da PPSA (Concurso Público PPSA) e no site do IDCAP (www.idcap.org.br)

Inscrição: Exclusivamente no site do IDCAP:   www.idcap.org.br/informacoes/175

Local das provas: Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador

Data das provas:  27/04/2025